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Mudanças na dose certa

RAIO-X

Fundada em 2001, a Hypera é uma das maiores companhias brasileiras do setor farmacêutico, mercado que entrou em 2007.

Ao longo de sua história, a companhia passou por uma transição de uma empresa de consumo para uma empresa de medicamentos, finalizada com a conclusão da venda do negócio de preservativos em 2016.

Hoje, a empresa compete em todos os segmentos do setor, tendo marcas conhecidas, como Doril, Estomazil, Benegrip, Coristina D, Gelol, entre outras.

 

CATALISADORES

  • Redirecionamento para fármacos. A conclusão da venda do negócio de preservativos deixou a companhia com um caixa forte e uma possibilidade de enxugar sua estrutura, aumentando o foco na área farmacêutica. Os ganhos desse redirecionamento podem aparecer de forma mais rápida, via captura de market share de seus concorrentes.
  • Melhora Econômica. Embora a empresa seja bem resiliente em momentos de crise em boa parte de sua gama de produtos fármacos, uma melhora da atividade de forma mais rápida do que a projetada atualmente pelo mercado impulsionaria os resultados da empresa. Os dados de vendas no varejo mais recentes já apontam que a série passou da fase de estabilização e caminha para a recuperação. Somado a isso, a confiança do consumidor brasileiro está bem perto de romper a barreira entre o pessimismo e otimismo, o que seria traduzido em um aumento do consumo.

RISCOS

  • Disparada do Dólar. A empresa tem grande parte da sua matéria prima em dólar, tornando o cenário com uma forte apreciação da moeda norte-americana um risco significante para o resultado da empresa.
  • Concorrência. A Hypera está em um setor altamente dependente do investimento em inovação, o que é uma desvantagem quando comparada com os grandes conglomerados internacionais. A companhia investe 2%, ante 15% das estrangeiras. Com isso, uma reversão da situação atual, na qual estrangeiras estão distantes do mercado doméstico por conta da crise, certamente impactaria a ascensão projetada pela empresa.

TEXTO/VISÃO:

Adaptando-se à nova população brasileira

A Hypera passou por um redirecionamento, enxergando no envelhecimento da população brasileira um mercado com alto potencial.

O brasileiro gasta em média US$ 1.109 por ano com medicamentos, ante US$ 8.745 nos Estados Unidos, e conta com um setor público de medicamentos pouco desenvolvido, em um país em que os planos privados cobrem apenas 28% da população e não oferecem medicamentos.

O Brasil sofrerá nos próximos 21 anos o mesmo processo de envelhecimento que os Estados Unidos levaram 70 anos, e a França 120 anos.

 Novo Foco

Com a conclusão da transição para o mercado de fármacos, a Hypera tem forte presença nas três categorias de medicamentos: atualmente a líder em OTC (medicamentos que não precisam de receita), 14% de market share; é a vice-líder do setor de genéricos, 14,4% de market share; por fim, ocupa a quinta posição entre remédios de transcrição (pedem receita), 4,6% de market share.

A concentração recente das atividades da empresa no setor de fármacos permitiu um enxugamento da estrutura da empresa.

 Recomendação

 Atualmente negociando a 21,7x P/E 2018, enquanto a média das empresas farmacêuticas está em torno de 26x P/E, devemos ver uma transição da Hypera, que deixará de ser negociada a múltiplos de uma empresa de consumo, passando a ser lida como uma empresa de fármacos.

Portanto, a ação HYPE3 está em patamares baratos para o novo setor em que está inserida, o que chama a nossa atenção para uma recomendação de compra.

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