VIVT4
TELEF BRASIL PN

Esta é analise de VIVT4 no gráfico semanal, diário e 60 min. O papel está performando muito bem no curto, médio e longo prazo. Confira o vídeo:

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Vivo de dividendos com potencial de valorização.

Raio X

A Telefonica Brasil, mais conhecida como Vivo, atua no mercado de telecomunicações, tanto fixa como móvel. Mesmo tendo sua origem em operações de telefonia fixa, hoje, cerca de 60% das receitas são advindas do negócio de telefonia móvel.  As ações da Vivo, historicamente, fazem parte de portfolios de dividendos. Isto pode ser explicado pela relativa previsibilidade em suas receitas, baixa alavancagem e satisfatória (e recorrente) geração operacional de caixa, o que permite à companhia distribuir grande parte de seus resultados em forma de proventos a seus acionistas.

CATALISADORES

  • Ganhos de margens. O principal catalisador para as ações no curto prazo são as expectativas em relação a ganhos de sinergia e eficiência após a aquisição da GVT. Esperamos que a melhora de rentabilidade operacional seja um dos principais fatores para sustentar a valorização do papel em bolsa.
  • Possível recuperação econômica. Sinalizações de recuperação econômica também trazem perspectivas positivas para a Vivo, já que poderemos ver expansão do consumo de telefonia/dados/TV.
  • Regulação. Acreditamos que o tema de regulação deva trazer mais potencial de valorização que de risco, já que deveremos ter decisões que poderão trazer estímulos e benefícios a todas as companhias do setor.

RISCOS

  • Atividade econômica e concorrência. Caso a economia local demore mais que o esperado para se recuperar, não só os resultados de curto prazo podem ser prejudicados mas também a concorrência pode ser mais agressiva, já que alguns dos competidores passam por situação delicada de endividamento.
  • Regulação e impostos. Não vemos preocupação nesses pontos, por ora. Mas lembramos que incide, além da regulação, elevada carga tributária sobre as operações do setor.
  • Fusões e aquisições. Como não esperamos que ocorra nada relevante no curto prazo, um movimento nesta direção poderia trazer volatilidade aos papéis, dependendo muito do preço da transação.

Texto/Visão:

Avaliação e recomendação

A Vivo apresenta forte geração de caixa, baixa alavancagem e bom histórico de distribuição de dividendos. Portanto, acreditamos que o satisfatório retorno através de proventos deva se manter como uma das principais características desse investimento.  Com dividend yield de 5,6% e 6,3% esperado para 2018 e 2019, respectivamente, recomendamos a exposição, sobretudo para investidores com perfil mais conservador/ dividendos.

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